Os 5 erros que fazem a sua empresa gastar mais em consumíveis
Descubra como a falta de controlo, o excesso de stock e o desperdício podem estar a aumentar os custos de higiene da sua empresa sem que se aperceba.
A maioria das empresas sabe quanto paga pelos consumíveis de higiene todos os meses.
Muito poucas sabem quanto estão realmente a gastar. A diferença está nos desperdícios invisíveis: reposições desnecessárias, consumo excessivo, tempo perdido pelas equipas e falta de controlo sobre os consumos. Pequenas perdas que acontecem todos os dias e que, no final do ano, podem representar um impacto significativo nos custos da empresa.
Se os custos com consumíveis de higiene têm vindo a aumentar sem uma explicação clara, é provável que um ou mais destes erros esteja a acontecer na sua organização.

1. Comprar o produto mais barato… e acabar por gastar mais
Quando chega o momento de reduzir custos, a primeira reação é procurar um fornecedor mais económico. Mas nem sempre essa é a melhor decisão. Um papel higiénico de menor qualidade obriga, muitas vezes, a utilizar mais folhas. Um sabonete menos concentrado dura menos tempo. O resultado é simples: o preço de compra diminui, mas o consumo aumenta. O mais barato nem sempre é o mais económico.
O importante não é quanto custa cada consumível, mas quanto custa mantê-lo em utilização ao longo do tempo.
2. Repor consumíveis sem saber se é realmente necessário
Imagine que a equipa de manutenção faz a reposição dos dispensadores todas as manhãs. À tarde, alguns continuam praticamente cheios. Do outro lado do edifício, uma casa de banho ficou sem papel antes da hora prevista. Este cenário acontece diariamente em muitas empresas. Sem informação sobre os consumos reais, as reposições são feitas por rotina e não por necessidade, aumentando o desperdício de tempo, de produto e de recursos.
3. Esperar que alguém reclame
A maioria dos utilizadores não reclama quando encontra uma casa de banho sem papel ou sem sabonete. Limita-se a criar uma imagem negativa da empresa. Quando surge a primeira reclamação, o problema já existe há muito tempo. Uma gestão eficiente não espera que os problemas apareçam. Antecipá-los é a melhor forma de garantir um serviço de qualidade e evitar situações que prejudicam a experiência de colaboradores, clientes e visitantes.
4. Não saber onde está a gastar mais
Sabe quais são as casas de banho que consomem mais papel? Ou quais os dispensadores que precisam de ser reabastecidos com maior frequência? Na maioria das empresas, a resposta é não. Sem dados concretos, é impossível perceber onde existem desperdícios ou identificar oportunidades de poupança.
A boa gestão começa sempre com informação. Porque aquilo que não se mede, dificilmente se consegue melhorar.
5. Pensar que os consumíveis são apenas uma despesa
Uma casa de banho limpa, organizada e sempre abastecida transmite profissionalismo e confiança. Por outro lado, um dispensador vazio ou um espaço com falhas na manutenção deixa uma impressão negativa.
Gerir os consumíveis de forma eficiente não significa apenas reduzir custos. Significa também melhorar a experiência de quem utiliza as instalações e valorizar a imagem da organização. Quanto pode a sua empresa poupar?
Muitas empresas acreditam que os custos com consumíveis são inevitáveis, na realidade, grande parte desses custos resulta de desperdícios que podem ser evitados com uma gestão mais eficiente, equipamentos adequados e um maior controlo sobre os consumos. Pequenas mudanças podem traduzir-se em ganhos significativos ao longo do tempo.
Na Planet Hygiene Services ajudamos empresas, hotéis, restaurantes, clínicas, condomínios e outros espaços profissionais a identificar oportunidades de melhoria, reduzir desperdícios e otimizar a gestão dos consumíveis de higiene.
Porque, reduzir custos não significa comprar mais barato, significa gerir melhor.
